Dia: 24/06/2011 (Sexta) “Livre do Cartão de Crédito. E viva São João”.
Hora: 08:44
Texto: Salmo 78.
Mensagem: “Até quando Senhor? Será eterna a vossa cólera”.
Prática: É preciso clamar por misericórdia.
________________________________________________
Ontem, dia vinte e quatro de junho, acordei por volta das 08:15, no apartamento de minha mãe. Levantei, me arrumei, bebi um copo de água, rezei, fiz o diário espiritual, fui à padaria comprar quitandas, voltei e tomei o café da manhã.
O tempo seguiu o mesmo timbre dos dias anteriores.
Depois do café, esperei minha mãe que me pedira uma carona, passei no SICOOB pra saber informações do lançamento equivocado, na Supertog pra comprar uma caneta 04 cores, deixei-a perto da biblioteca municipal e fui à Matriz de Sion confessar-me com o padre Wander. Saindo dali, procurei minha mãe pelo centro da cidade, pois ela esquecera a chave no carro. Perto das 11:30 encontrei-a na Pernambucanas. Após lhe entregar a chave, vim pra casa.
Chegando em casa, comi algumas bolachas, vi meus e-mails, atualizei meu blog, joguei copas, li notícias na net, acertei meu caixa, fui ao banco Itaú e Brasil, checar as informações do lançamento e descobri que o que houve foi uma confusão. Aquele valor que ela (Jose) viu foi o meu saldo devedor. Também paguei a duplicata do cartão de crédito e agora estou livre Graças a Deus destas faturas.
Eram mais ou menos 14:50 quando cheguei em casa, fiz algumas ligações pra confirmar minha suspeita (do lançamento no SICOOB), organizei os carimbos e mandei para as rádios que o Fabrício deixou CD. Depois, organizei as minhas coisas e fui até a Santa Casa participar da missa presidida pelo meu querido Monsenhor Hilário.
Na parte da noite,fui ao supermercado comprar batata palha e chocolate, depois jantei, descansei, imprimi o material, deixei o João Neto na casa de minha irmã Cleonice e fui dar aula para galera de Termópolis (Blues e Pop). Pelo caminho rezamos os mistérios luminosos, dolorosos e gloriosos do rosário.
Chegando à cidade, peguei o João e vim pra casa. O portão da casa do Claudinho deu o maior trabalho pra ser aberto. Com muito custo consegui abri-lo e fui pra recepção onde joguei copas, comi bolacha Bono com refrigerante, ajudei o Claudinho a entrar na sua casa (o portão travou de vez com ele), juntei minhas coisas e fui para o apartamento de minha mãe onde tomei banho, conversei com ela sobre uma troca que ela quer fazer da nossa casa, tomei própolis pra aliviar esta gripe danada que está me matando e fui dormir.
Nenhum comentário:
Postar um comentário