Dia: 16/02/2011 (Quarta).
Hora: 07:45
Texto: Sabedoria 01. 04 – SS.
Mensagem: “A morte não é a rainha da terra porque a justiça é imortal”.
Ordem: “Acautelai-vos pois, de queixar-vos inutilmente, evitai que vossa língua se entregue a critica”.
P. Eterno: “A sabedoria não entrará na alma perversa, nem habitará no corpo sujeito ao pecado”.
Prática: Eu preciso abrir o eu coração, ser sincero, e admitir que é preciso lutar para conquistar o que é meu. Se eu não o fizer transformarei em um desses que ficam falando mal pelos cantos vomitando suas frustrações.
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Ontem, dia dezesseis de Fevereiro, acordei por volta das 07:00, levantei, me arrumei rezei e fiz o diário espiritual.
O dia seguiu com sol entre nuvens e tempo abafado. No final da noite choveu um pouco e a temperatura caiu ainda mais.
Terminado o diário, fui à padaria comprar quitandas, passando antes na casa da Walquíria pra pegar o guia de Libras. Depois, tomei o café da manhã e fui pra casa passando antes na vidraçaria pra fazer o pagamento do blindex. Chegando em casa, abracei a família, contei a história de Brasília (Ver diário de 15/02), passei as tarefas pra Lilian e pra Livian e fui para o ponto pegar o busão e assim vir pra Guardinha.
Chegando aqui (em guardinha), vim pra sala dos professores, almocei, conversei um pouco com o pessoal e adiantei este diário.
Na parte da tarde, dei aulas nos 3ºs anos e no 4º ano, e vim pra sala dos professores cumprir meu horário trabalhando no arranjo da musica Suprema Vitória escrevendo esta diário e jogando um pouco de Freecell. Coisas da burocracia. Um professor ficar a disposição na escola é duro viu.
Perto das 10:30 o busão chegou. Daí, tomamos o rumo e viemos embora. Chegando aqui na cidade, desci no ponto de costume. Na seqüência, fui em casa ver como estavam as cosias e pegar a chave do carro. Depois, vim para o apartamento de minha mãe onde tomei banho, lanchei e fui dormir.
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