sábado, 1 de maio de 2010

Diário30/04/2010 "Parabéns Claudinho".



Dia: 30/04/2010 (Sexta) “Parabéns Claudinho”
Hora: 09:50
Texto: Isaías 58.

Mensagem: “Sabeis qual é o jejum que aprecio? É romper as cadeias injustas, desatar as cordas do jugo, mandar embora livres os oprimidos, e quebrar toda a espécie de jugo”.

Ordem: “Clama em alta voz, sem constrangimento, faze soar a tua voz como a corneta. Denuncia a meu povo suas faltas e à casa de Jacó teus pecados”.

Prática: É preciso ter coragem e fazer a vontade de Deus. Não posso deixar passar batido algumas coisas importantes, mas sim alertar os meus sobre os caminhos errados que eles às vezes trilham.

Ontem, dia trinta de Abril, acordei naturalmente por vota das 08:20 no apartamento de minha mãe, levantei, me arrumei e após ir ao apartamento do Márcio conversar um pouco, vim pra casa, passando antes na vidraçaria Andrade com minha mãe pra pegar o quadro que ela dará de presente ao meu primo pelo seu casamento.
O dia seguiu ensolarado, porem um pouco mais fresco que os anteriores.
Chegando em casa, cumprimentei o Claudinho que estava na janela pelo seu aniversário e vim pra sala orar e fazer o diário espiritual. Depois, li noticias na net, atualizei meu blog, acertei meu caixa liguei para o pessoal e rezei o terço da libertação enquanto ia até a gráfica pagar a parcela dos cartazes.
Na parte da tarde, almocei no Claudinho, descansei um pouco e me reuni com a Livian para lhe explicar sobre a não permanência dela aqui na sede da escola.
Confesso que não era a noticia mais maravilhosa do mundo de se dar, mas infelizmente tenho de ser realista e não tenho condições hoje de pagar aluguel, mas criaremos um núcleo na sua casa e tudo dará certo.
Terminado a reunião gravamos o jingle da Ecoclin e após ler algumas notícias na net, levei o Maycon na casa de oração (Começou mais um retiro da PJ) e a Lílian no supermercado para comprar o bolo do Sr. Cláudio.
Na parte da noite, recolhi o lixo, adiantei este diário, atendi a Alíria que veio pagar sua mensalidade e lanchei. Depois fui jogar futebol na Coolapa passando antes no banco pra pagar a duplicata do imposto sindical.
Neste dia o jogo foi muito legal. Estava com tudo. Joguei com a cabeça erguida, fiz tabelas no ataque, marquei três gols e fiz dribles desconcertantes. Estava um legitimo craque da camisa 10.
Terminado o jogo, vim pra casa, tomei banho e fui à casa do Claudinho cantar os parabéns. Na festa estavam os amigos e parentes dele e ficamos conversando sobre futebol até por volta das 23:00, quando peguei minhas coisas e fui para o apartamento de minha mãe passar a noite.

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