segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Diário 02/01/2011

Dia: 02/01/2011 (Domingo)
Hora: 08:35
Texto: II Macabeus 02. 19 – SS.

Mensagem: “assim como para uma casa nova cabe ao arquiteto preocupar-se com o conjunto da construção enquanto aquele que está encarregado com os afrescos e com as pinturas, só se ocupa com a decoração, assim me parece, é o que nos cabe a nós”.

Prática: Eu preciso melhorar minha percepção na hora de dividir as tarefas e aprender qual é o meu lugar.
__________________________________________________
Ontem, dia dois de Janeiro, acordei por volta das 08:20, no apartamento de minha mãe, levantei, me arrumei, rezei e fiz o diário espiritual.
O dia seguiu nublado com temperatura na casa dos 24º. Em vários momentos a garoa apareceu mas logo sumia.
Terminado o diário, tomei o café da manhã, escovei os dentes e vim na missa das 09:30 na matriz de São Sebastião. Depois, fiquei com o João pra Lílian preparar o seu almoço tentando instalar o Vegas mas não obtive êxito (Vou ter de formatar a minha maquina) .
Na parte da tarde, fui ao apartamento de minha mãe almoçar, passei na casa do meu Tio Tiãozinho pra cumprimentá-lo pelos seus 69 anos e a Andréa pelos seus 32 anos. Saindo dali, vim pra casa e enquanto a Lílian foi dormir com o João eu coloquei algumas coisas em ordem. (Mensagem com o versículo bíblico pra Larissa, arquivos do PC). Perto das 17:30, após lanchar, terminei de organizar os vídeos que estava na minha câmera digital, atualizei meu blog, vi meus e-mails, acertei meu caixa, trabalhei na programação de minhas atividades, lanchei, recolhi o lixo e organizei a casa. Perto das 21:30 voltei a trabalhar na programação. Às 22:42 desliguei o PC, tomei banho e fui dormir.
Ontem foi um dia muito nostálgico. No ultimo dia de férias eu me sinto assim. Meio bobo, meio aéreo. Cheguei a me lembrar quando era criança e fui nadar na Praça de esportes levado pelas minhas irmãs. Eu tinha entre oito e dez anos. Chegamos lá depois do almoço e tive de esperar pra entrar na água. Lá pelas 16:30 o tempo estava fechando e fomos embora. Lembro-me que estava morrendo de fome e perguntei se elas tinham trazido lanche. Mas lanche era coisa de minha mãe. A Rua Tabajara Pedroso nunca foi tão longa. Quando cheguei em casa, tomei banho e lanchei assistindo programa Cassino do Chacrinha. Bons tempos aqueles em que nós nos uníamos pra atender a freguesia no bar de meus pais e dar conta do movimento intenso de um sábado à noite. Minha mãe no caixa, eu lavando copos e meu pai com minhas irmãs atendendo. Depois elas iam passear e eu dormir.

Nenhum comentário: